Palpite para a partida
O confronto direto entre eles no Grupo G terminou empatado. Mais precisamente, cada um venceu por 2 x 0 em casa. Se fosse um mata-mata, seria preciso disputar a prorrogação.
Os dois clubes venceram todas as partidas em casa, o que é um bom sinal para o Mirassol. Além disso, em 270 minutos, o time não sofreu nenhum gol, ao contrário da LDU Quito, que sofreu dois. O ponto negativo para os mandantes é que esta é sua primeira participação em competições continentais. Até as últimas temporadas, a equipe da região metropolitana de São Paulo nem jogava a Série A. Considerando os jogos do Mirassol em casa após a pausa para a Copa do Mundo, venceu os dois pelo Brasileirão e empatou pela Copa do Brasil. Só que os auriverdes bateram o Grêmio, 14º colocado, e o Remo, 19º. Na Copa, também enfrentaram o Grêmio. O time de Rafael Guanaes é o 15º. Ainda assim, é claro que o clube priorizou a Copa Libertadores nesta temporada, por isso será perigoso.
A LDU Quito costuma aproveitar o fator casa, a altitude. Acostumados ao ar rarefeito, os jogadores venceram sete de nove partidas desde 2025 e só sofreram gol na última. Quando descem para altitudes menores, são eles que sentem a falta de costume. No mesmo período, foram apenas três vitórias em nove jogos. Vale destacar somente o triunfo sobre o São Paulo por 1 x 0. As outras duas vitórias foram contra o claramente fraco Always Ready, da Bolívia, por 1 x 0 — também em altitude — e o Deportivo Táchira, da Venezuela, por 2 x 1. Nos demais casos, nem sequer marcaram.
A inexperiência internacional do Mirassol é compensada pela falta de adaptação da LDU Quito às baixas altitudes. Talvez vejamos novamente uma vitória sem sofrer gols do time brasileiro. E certamente vale apostar na vitória simples.