Por que o Estrela Vermelha é favorito no jogo
A diferença nas cotações fala por si: 3.90 para o Hapoel contra 1.82 para o Estrela Vermelha. É uma distância superior ao dobro, e ela não está ligada ao status formal de mandante.
Os israelenses não têm mando de campo. A partida será disputada em um estádio neutro na Hungria, onde o Hapoel já enfrentou o Víkingur, mas sem criar ali uma atmosfera própria.
Profundidade de elenco. No primeiro jogo contra o Larne, Arnautović, Katai, Bukari, Cam e Krunić ficaram fora da escalação inicial. O adversário não tem nada parecido no banco.
Treinador. Dejan Stanković trabalha com a equipe desde o inverno e já a conduziu a mais um título; no verão, o clube investiu cerca de 12 milhões de euros em cinco reforços, por isso a rotação não compromete a qualidade.
Ritmo de jogo. Os sérvios disputaram quatro partidas oficiais na temporada e venceram todas, incluindo duas pela SuperLiga. O Hapoel fez três jogos oficiais, com duas derrotas.
Experiência europeia. O Estrela Vermelha chega regularmente à fase principal dos torneios da UEFA, e seu coeficiente de clubes de 46.500 é o terceiro maior entre todos os participantes da terceira fase do Caminho dos Campeões.
Forma e escalação do Hapoel Be'er Sheva
A temporada passada foi a melhor do clube em muito tempo: o Hapoel venceu o Campeonato Israelense, disputado de 23 de agosto a 23 de maio. O título encerrou um jejum de oito anos. A nova temporada da liga ainda não começou, portanto apenas a Champions League mantém o ritmo de jogo da equipe.
Foram três jogos oficiais no verão. Em 16 de julho, o Hapoel perdeu para o Maccabi Tel Aviv na Supercopa de Israel (1 x 3). Depois, foi derrotado pelo Víkingur em Reykjavik (1 x 2) e venceu com autoridade a volta em Szombathely (2 x 0), resultado que levou a equipe à terceira fase. Os amistosos foram menos expressivos: empate com o Omonia (2 x 2) e derrota para o Legia (1 x 3), mas ainda é cedo para tirar conclusões com base nos jogos de julho.
A equipe de Kozuch joga no 4-3-3, com ênfase nas infiltrações pelos lados e nos cruzamentos. O ponto forte é o meio-campo organizado, onde Kangwa e Ventura conseguem tanto desarmar quanto iniciar ataques. A fragilidade está na defesa contra rápidas inversões de bola: foi assim que o Víkingur castigou os israelenses duas vezes no primeiro jogo.
O elenco passou por uma renovação considerável. Djibril Diop chegou para a defesa, e Niv Yehoshua, para o meio-campo; os dois se firmaram imediatamente entre os titulares. O goleiro Ofir Marciano e o zagueiro Miguel Vítor acrescentam experiência, enquanto Igor Zlatanović assumiu o papel de principal artilheiro.
Números importantes do Hapoel Be'er Sheva:
Dos três jogos oficiais neste verão, apenas um terminou em vitória — a partida de volta contra o Víkingur (2 x 0);
Nas eliminatórias da Champions League, a equipe marcou três gols em dois jogos e sofreu dois;
Houve no máximo 3 gols no tempo regulamentar em 6 dos últimos 8 jogos em casa do Hapoel Be'er Sheva pela Champions League.
Provável escalação (4-3-3): Ofir Marciano — Guy Mizrahi, Djibril Diop, Miguel Vítor, Matan Baltaxa — Kings Kangwa, Lucas Ventura, Niv Yehoshua — Zahi Ahmed, Igor Zlatanović, Javon East.
Desfalques: —.
Forma e escalação do Estrela Vermelha
O time de Belgrado chega à partida em melhor condição. Na temporada passada, o clube voltou a conquistar a dobradinha, vencendo a SuperLiga e a Copa da Sérvia. O novo campeonato já começou e, após duas rodadas, o Estrela Vermelha tem seis pontos: goleada sobre o Mačva (5 x 0) e vitória contra o Vojvodina (3 x 1). O jogo da terceira rodada contra o Radnik foi adiado por causa dos compromissos europeus, então a equipe chegará descansada.
Os sérvios passaram pela segunda fase classificatória sem resistência. Em Larne, venceram por 4 x 0 e, em casa, marcaram mais cinco gols (5 x 0). Não sofreram nenhum gol nos dois jogos — um indicador não apenas de ataque, mas também de disciplina defensiva. O único tropeço do verão foi o amistoso contra o Zenit (1 x 3) em meados de julho, mas não é preciso tirar conclusões a partir dele.
Stanković constrói o jogo a partir do controle da bola. O esquema principal é o 4-3-2-1, com dois meias ofensivos atrás de um único atacante. O ponto forte é a versatilidade: a equipe trabalha com tranquilidade desde trás e também recorre a longas diagonais. A vulnerabilidade aparece nos contra-ataques rápidos, quando os laterais avançam muito, mas o time de Belgrado ainda não enfrentou neste verão adversários com nível para explorar isso.
No verão, o clube investiu cerca de 12 milhões de euros no elenco e contratou cinco reforços. As figuras-chave continuam as mesmas: Mirko Ivanić assume as funções de capitão no meio-campo, Miloš Veljković e Strahinja Eraković dão solidez à defesa, enquanto Marko Arnautović, Aleksandar Katai e Osman Bukari aguardam a oportunidade no banco.
Números importantes do Estrela Vermelha:
4 vitórias consecutivas em jogos oficiais da nova temporada;
Nas eliminatórias da Champions League, a equipe marcou 9 gols em 2 jogos;
6 pontos de 6 possíveis após 2 rodadas da SuperLiga da Sérvia.
Provável escalação (4-3-2-1): Matheus Magalhães — Seol Young-Woo, Miloš Veljković, Strahinja Eraković, Nair Tiknizyan — Loizos Loizou, Mohammed Abu Fani, Timi Elsnik — Vasilije Kostov, Mirko Ivanić — Bruno Duarte.
Desfalques: —.
Quem será o árbitro da partida
Jesús Gil Manzano (Espanha)
Jogos – 8 (partidas internacionais, 2025–2026);
Faltas por jogo, em média – 22;
Cartões amarelos por jogo, em média (incluindo o segundo amarelo) – 4,75;
Jogos com cartão vermelho – 3 de 8;
Jogos com pênalti – 6 de 8.