Aposta para o jogo
O Bodo/Glimt em casa é uma história à parte. Na edição passada da Liga dos Campeões, os noruegueses chegaram às oitavas de final e, no Aspmyra, venceram o Manchester City (3 x 1) e a Inter (3 x 1). Gramado sintético, estádio pequeno e pressão alta: os mandantes entram mais rapidamente no jogo e avançam com mais coragem.
E a equipe vive um bom momento. Kjetil Knutsen segue no comando, Patrick Berg e Jens Petter Hauge continuam no clube, mas Kasper Hogh já foi para o Celtic. No sábado, o Bodo/Glimt conseguiu furar o bloqueio do Valerenga (2 x 1): foi a sexta vitória seguida no campeonato, com saldo de gols de 15 x 1 nesse período. Ulrik Saltnes já voltou, enquanto Hakon Evjen segue fora de jogo.
O Union Saint-Gilloise não é um adversário qualquer. Os belgas conquistaram a Copa, somaram 66 pontos em 30 rodadas na fase regular da temporada passada e perderam apenas duas vezes. No primeiro jogo, Raul Florucz marcou duas vezes, e Promise David colocou os mandantes em vantagem aos 88 minutos. O ataque de David Hubert é muito forte.
E o 5 x 1 sobre o Westerlo na primeira rodada só confirma isso. Mas a defesa ainda não teve jogos sem sofrer gols: sofreu contra o Brugge, três vezes diante do Bodo/Glimt e mais uma contra o Westerlo. Além disso, Kjell Scherpen saiu no verão, e Vic Chambaere passou a ser o titular. Não é uma catástrofe, mas a defesa ainda está em reconstrução.
Em Ostende, o Bodo/Glimt ficou à frente duas vezes, depois passou a correr atrás do placar e ainda buscou o empate em 3 x 3 com o gol de Odin Bjorrtuft aos 90+1. Em casa, os noruegueses dificilmente serão mais cautelosos. Para eles, é mais fácil pressionar e subir as linhas, e o Union Saint-Gilloise também não pode apenas se fechar: um empate no tempo regulamentar levará o confronto para a prorrogação. Esse cenário favorece um pouco mais os mandantes.
Vamos de vitória do Bodo/Glimt. A forma atual, o gramado sintético já conhecido e o ritmo em casa pesam mais aqui.