Washington Nationals
O ponto fraco dos Nationals fica claro logo de cara — a equipe permite que os adversários cheguem facilmente às bases e, às vezes, prejudica suas próprias entradas com walks. Apenas o ataque consegue compensar isso no momento. O Washington tem média de 5,4 corridas por partida, com aproveitamento de bastão de 0,250, e em casa não parece um time que fica esperando por facilidades. No primeiro jogo da série, os mandantes anotaram 12 corridas e, no segundo, mesmo com a derrota, conseguiram 11 rebatidas. Ou seja, há contato, há pressão e o ataque está longe de ser inofensivo.
Houston Astros
Os Astros contam com nomes de maior peso. Altuve, Alvarez, Paredes — qualquer um deles pode castigar rapidamente um erro. No entanto, o arremessador abridor dos visitantes não inspira tanta tranquilidade. Spencer Arrighetti chega com um ERA de 3,81, enquanto Griffin ostenta um ERA de 2,87 e 100 strikeouts. A diferença não é astronômica, mas é crucial para um confronto como este. Além disso, o bullpen de Houston já teve que trabalhar por mais de cinco entradas na partida anterior, um fator de desgaste que não pode ser ignorado.
Palpite
O Washington não precisa repetir a façanha das 12 corridas. Basta pressionar novamente os arremessos de Arrighetti, aproveitar as oportunidades no meio do jogo e manter a solidez na reta final. Pela condição física, pelo arremessador titular e pelo ritmo do ataque, os mandantes parecem muito mais interessantes.
