Venezuela
A Venezuela leva desvantagem em praticamente todas as principais estatísticas de jogo: perde na disputa dos rebotes, apresenta um índice elevado de desperdícios de bola e seus principais nomes têm um saldo de "mais/menos" negativo. Embora Guerra e Mijares tenham capacidade técnica para criar algumas dificuldades, falta consistência ao time de forma geral. Para conseguir competir em alto nível, os mandantes precisarão diminuir drasticamente o ritmo de jogo e empurrar o Brasil para o ataque posicionado.
Brasil
Os brasileiros fazem uma campanha impecável até aqui: são quatro vitórias, com média ofensiva de 88,8 pontos marcados e apenas 67,8 sofridos por partida. A equipe não depende de uma única grande estrela, destacando-se pela força coletiva e equilíbrio. Léo Meindl vem liderando com média de 16 pontos e um excelente aproveitamento de 52% nas bolas de três pontos, enquanto Georginho De Paula soma mais 13 pontos e 4,8 assistências por jogo. A forte rotação do banco e a soberania nos rebotes (beirando 40 por partida) são as grandes armas do time brasileiro.
Palpite
A disparidade técnica e a diferença de rotação do elenco são evidentes para este duelo. Os brasileiros devem controlar os rebotes com autoridade, manter a consistência defensiva e evitar erros desnecessários. A Venezuela tende a brigar bastante diante de sua torcida, mas o favoritismo e a qualidade dos visitantes devem se impor.

