Palpite da redação do Legalbet: aposta no vencedor do Grupo F da Copa de 2026.
A vitória da Holanda no Grupo F não é aquela aposta do tipo "é favorita, fecha os olhos e manda". Aqui tem coisa pra pensar. O Japão faz tempo que não é mais aquele time que dá pra passar por cima só no nome. A Suécia, com Isak e Gyökeres, pode explodir qualquer jogo. A Tunísia vai secar o jogo e quebrar qualquer esquema. Mas ao longo de três rodadas, a Holanda ainda tem mais organização do que todo mundo. Não brilho. Não forma de encher os olhos. Organização.
A seleção de Ronald Koeman passou pelas Eliminatórias invicta: 27 gols em oito jogos e só quatro sofridos. Bom, mas sem conto de fadas. A derrota para a Argélia (0 a 1) num amistoso recente lembrou rápido que essa não é uma máquina perfeita. Mas a Holanda tem uma espinha dorsal sólida: Van Dijk atrás, De Jong e Reijnders no meio, Gakpo e Depay na frente. E o principal — sabem jogar de vários jeitos. Precisa segurar a bola? Segura. Precisa aguentar pressão sem desmontar? Também aguenta.
A grande ameaça é o Japão. Nas Eliminatórias asiáticas, os japoneses fizeram 54 gols, e isso já não é mais uma seleção de correria por correr — é qualidade na frente. Só que o primeiro jogo é logo contra a Holanda, e essa é uma entrada pesada. Tropeçou na estreia, e o Japão vai ter que correr atrás. A Suécia assusta pelos nomes no ataque, mas nem sempre isso vira jogo de verdade. O time se classificou pela repescagem depois de uma campanha fraca nas Eliminatórias. A Tunísia é forte atrás — não tomou gol nas eliminatórias —, só que o nível dos adversários era outro.
A Holanda não precisa golear ninguém por três de diferença. É só pegar o grupo com tranquilidade: não perder para o Japão na estreia e depois fazer o dever de casa contra Suécia e Tunísia. As projeções dão cerca de 48% de chance para o primeiro lugar, o que combina com a odd na faixa de 1.70–1.80. A aposta é na Holanda no Grupo F. Não é a mais empolgante, mas é a mais lógica olhando elenco, experiência e o caminho ao longo dos três jogos.

