Miomir Kecmanovic
Kecmanovic teve desempenhos ruins em Maiorca nos anos anteriores, mas a edição deste ano está se desenhando bem melhor para ele. O sérvio já superou Ghibaudo (2 a 6, 6 a 3, 7 a 6) e Sonego (2 a 6, 7 a 6, 6 a 4), ambas as vezes de virada. Miomir aposta em um jogo sólido na linha de base e em um bom nível de devolução. No entanto, na grama, muitas vezes lhe falta agressividade, e as oscilações em seu próprio serviço o forçam a disputar partidas longas e desgastantes. No torneio atual, Kecmanovic já passou mais de quatro horas em quadra nesses dois jogos, o que também pode influenciar seu preparo físico.
Fabian Marozsan
O húngaro vem evoluindo gradualmente na grama. Após uma eliminação precoce em Stuttgart, ele conseguiu fazer uma boa campanha em Halle e, em Maiorca, já derrotou Molcan (2 a 6, 7 a 6, 7 a 6) e o ex-campeão do torneio, Tabilo (6 a 2, 6 a 3). Marozsan prefere um tênis agressivo, usa bastante o forehand e busca ditar o ritmo de jogo a todo momento. O quique baixo da bola e a rapidez das quadras ajudam o húngaro a impor suas principais qualidades. Além disso, contra Kecmanovic, ele já venceu duas vezes justamente na grama, inclusive em Halle há algumas semanas.
Palpite para o jogo
Kecmanovic demonstra brio e capacidade de reverter partidas complicadas, mas seu estilo de jogo é menos eficiente em superfícies rápidas. Marozsan chega mais descansado, atua de forma mais agressiva e já provou saber o caminho para superar o sérvio justamente na grama.

