Cuba
Os cubanos são, até aqui, a principal decepção desta Liga das Nações, acumulando quatro derrotas — sendo três delas sem vencer um único set. A partida mais recente contra a China (21 a 25, 19 a 25 e 23 a 25), seleção que passa longe de ser uma potência, expôs todas as fragilidades da equipe. Cuba cometeu 21 erros e apenas Gonzalez conseguiu passar dos dois dígitos na pontuação, anotando 13 pontos.
Estados Unidos
O único revés dos norte-americanos foi diante da poderosa Itália, decidido apenas no tie-break (18 a 25, 25 a 15, 19 a 25, 25 a 18 e 10 a 15). O grande diferencial tem sido o desempenho brilhante de Hanes. Ele ostenta uma média fantástica de 16,8 pontos por jogo (sexto melhor índice da liga), além de contribuir ativamente nos bloqueios, com média de 2,3 por partida. Em várias ocasiões, ele praticamente resolveu os confrontos sozinho.
Palpite
A tabela de classificação deixa bem claro que não há espaço para zebras. A seleção de Cuba vive um momento terrível e, no momento atual, só tem condições de competir contra outras equipes da parte inferior da tabela. Para os Estados Unidos, o confronto tende a ser bastante tranquilo.

