Los Angeles Dodgers
Com uma campanha de 45-27 e sete jogos de vantagem sobre o San Diego, o ataque tem sido o diferencial dos mandantes. Nove jogadores somam três ou mais home runs, com Ohtani, Freeman, Muncy e Betts rebatendo com muita força — uma potência que desgasta os Rays, equipe que tem apenas 57 home runs, a pior marca de toda a liga. O abridor do time da casa será Wrobleski (ERA de 3,07 e WHIP de 1,11). Um incômodo na coxa o preocupou em 11 de junho, mas ele está pronto para o jogo. Os Dodgers sabem decidir na reta final, e o bullpen vulnerável dos visitantes abre uma brecha importante.
Tampa Bay Rays
Com 41-27, a equipe viu seu rendimento cair recentemente, acumulando uma sequência de 7 vitórias e 12 derrotas nos últimos 19 jogos. No montinho estará Rasmussen, que vive grande fase: ERA de 2,71 e WHIP de 0,88, a terceira melhor marca da liga. Este é o grande argumento a favor dos visitantes. Porém, atrás dele há um abismo: um bullpen com ERA de 4,68, ocupando a 22ª posição. O ataque de contato, sem grande poder de definição, produz corredores de forma limitada. Se os mandantes conseguirem desgastar Rasmussen após seis ou sete entradas, o final do jogo ficará sob o controle dos Dodgers.
Prognóstico
Rasmussen deve manter o placar equilibrado por cerca de seis entradas, e depois a diferença na profundidade dos elencos fará a diferença. Os Dodgers têm um ataque mais explosivo, um bullpen mais consistente e o fator casa a seu favor. Os Rays passam por um momento de instabilidade, carecem de rebatidas longas e sofrem com problemas no relevo. Dois dos principais fatores pesam a favor dos donos da casa: a superioridade ofensiva e a fragilidade do bullpen adversário.
