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“Relação entre Leila Pereira e a CBF é boa”, afirma especialista em meio à polêmica envolvendo a suspensão de Abel Ferreira

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O comentarista da ESPN Brasil Osvaldo Pascoal afirmou que, apesar do conflito institucional entre Palmeiras, CBF e o STJD após a suspensão de oito jogos de Abel Ferreira, a relação entre a presidente do clube Leila Pereira e a entidade segue sendo positiva.

O comentarista da ESPN Brasil Osvaldo Pascoal avalia que as divergências recentes não indicam um rompimento entre as partes:

 “Entendo como bom o relacionamento entre Palmeiras e CBF. Ajustes de opinião e reclamações pontuais fazem parte do futebol. Todos reclamam de tudo ao mesmo tempo. Sei que há um bom relacionamento entre a presidente Leila e a CBF”.

A situação no Palmeiras se intensificou após a decisão do STJD, que suspendeu o técnico Abel Ferreira por oito jogos devido às expulsões contra Fluminense e São Paulo. O treinador já havia cumprido dois jogos de suspensão preventiva, mas teve negado o pedido de efeito suspensivo, o que o afastou do clássico contra o Corinthians.

Ao comentar a punição, Pascoal destacou que se trata de um acúmulo de episódios ao longo dos anos:

 “Neste caso o treinador do Palmeiras não pagou por fato isolado. Mas pela soma das expulsões ao longo de seis anos, praticamente. Entendo como uma pena pesada, mas tem base jurídica. Isso sim, todos têm direito a efeito suspensivo, mesmo que fique marcada para quarta-feira seguinte a reunião do pleno (do STJD). Não dar efeito suspensivo é punir duas vezes”.

O episódio gerou troca de farpas institucionais entre Palmeiras, CBF e o tribunal esportivo, além de tensões indiretas com o Flamengo, principal rival do clube na disputa pelo título.

O comentarista também pediu mais cautela nas declarações públicas entre os clubes: “Temos uma briga de gigantes. Fora de campo, no institucional podem debater, sem ofender. Quando se parte para a ofensa, mesmo que seja mínima ou camuflada com palavras escolhidas eu não gosto. Deve se preservar o respeito. Não isso que estamos vendo. Deveria ficar só nas discussões entre dirigentes, afinal eles não jogam. Mas agitam as torcidas”, completa o especialista.