Forma e escalação da seleção do Canadá
O Canadá garantiu vaga automática na Copa do Mundo como um dos países-sede e, por isso, disputou uma série de amistosos preparatórios. No geral, a equipe apresenta um desempenho consistente e exibe boa forma. Destaca-se a recente vitória sobre o Uzbequistão (2 a 0), outro participante do Mundial. Em março, os canadenses conseguiram buscar um empate por 2 a 2 contra a Islândia após estarem perdendo por 2 a 0, e depois empataram sem gols com a Tunísia. O time comandado por Jesse Marsch aposta na marcação sob pressão alta, transições ofensivas rápidas e jogadas pelas alas. No entanto, sem Alphonso Davies pelo lado esquerdo, a equipe encontra mais dificuldades para acelerar os ataques e recompor o espaço defensivo às suas costas.
A situação física de algumas peças importantes preocupa. Davies foi convocado, mas, devido a uma sequência de lesões, segue como dúvida para a estreia. Já Marcelo Flores está fora do torneio após sofrer uma ruptura do ligamento cruzado. Na vitória diante do Uzbequistão, os gols que garantiram o triunfo foram marcados por Jonathan Osorio e Jayden Nelson somente no segundo tempo — o que evidencia que, embora o Canadá consiga pressionar os adversários, muitas vezes demora a abrir o placar.
Números importantes:
O Canadá perdeu todas as seis partidas que disputou nas Copas do Mundo de 1986 e 2022 — a seleção ainda busca sua primeira vitória na história do torneio.
Na Copa do Mundo de 2022, o Canadá marcou dois gols e sofreu sete, mas conseguiu balançar as redes em duas das três partidas.
Este será o primeiro confronto da história entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
Provável escalação (4-4-2): Dayne St. Clair — Alistair Johnston, Moïse Bombito, Derek Cornelius, Richie Laryea — Tajon Buchanan, Ismaël Koné, Stephen Eustáquio, Ali Ahmed — Cyle Larin, Jonathan David.
Desfalques: Marcelo Flores (ruptura do ligamento cruzado). Alphonso Davies (dúvida).
Forma e escalação da seleção da Bósnia e Herzegovina
A Bósnia e Herzegovina carimbou o passaporte para o Mundial após percorrer um caminho árduo nas Eliminatórias Europeias. No Grupo H, a equipe somou 17 pontos, terminando na segunda colocação e perdendo a vaga direta para a Áustria devido a um gol sofrido aos 77 minutos no confronto direto. Na sequência, os bósnios passaram por duas repescagens dramáticas: empate por 1 a 1 com o País de Gales (vitória por 4 a 2 nos pênaltis) e novo 1 a 1 diante da Itália (com triunfo por 4 a 1 nos pênaltis). Esta será a segunda participação do país em Copas do Mundo, repetindo o feito de 2014.
O técnico Sergej Barbarez não prioriza a posse de bola prolongada. A Bósnia costuma adotar um estilo mais direto: marca de forma compacta, busca transições rápidas e aposta em lançamentos para Edin Dzeko, Ermedin Demirović e para os corredores laterais. Uma das grandes incógnitas é a condição física e a idade de Dzeko: o veterano tratava uma lesão no ombro sofrida contra a Itália, mas foi incluído na lista final e se prepara para o torneio. Nos amistosos de preparação, os bósnios optaram por não enfrentar gigantes, medindo forças com a Macedônia do Norte (0 a 0) e o Panamá.
Números importantes:
Nas últimas seis partidas oficiais da Bósnia, a aposta "Ambos marcam" foi vencedora.
Nos dois duelos da repescagem, a equipe saiu atrás no placar em ambos, mas buscou o empate após os 75 minutos: Dzeko marcou contra o País de Gales aos 86, e Tabaković balançou as redes contra a Itália aos 79.
Nas Eliminatórias para a Copa do Mundo, Edin Dzeko marcou seis gols em nove jogos.
Provável escalação (4-4-2): Nikola Vasilj — Amar Dedić, Nikola Katić, Tarik Muharemović, Sead Kolašinac — Esmir Bajraktarević, Benjamin Tahirović, Ivan Šunjić, Amar Memić — Edin Dzeko, Ermedin Demirović.
Desfalques: Nenhum.