República Tcheca (F)
Para começar, não se deve superestimar o sucesso da seleção tcheca no início do torneio. A equipe venceu sem dificuldades seleções consideradas medianas, como China (3 a 0), Bélgica (3 a 0) e Tailândia (3 a 0). O único teste de fogo real, contra a Polônia, terminou em uma derrota contundente (22-25, 22-25 e 20-25). Naquela ocasião, o bloqueio e o saque da equipe pararam de funcionar repentinamente, e apenas Grozer conseguiu marcar mais de 10 pontos.
Itália (F)
A Itália só perdeu pontos no confronto diante da forte seleção brasileira, sendo superada apenas no tie-break (15-25, 22-25, 25-22, 26-24 e 12-15). Antes disso, a equipe passou como um rolo compressor por adversárias competitivas como Holanda (3 a 0), Turquia (3 a 1) e Bulgária (3 a 0). No setor ofensivo, o grande destaque italiano tem sido Adigwe, que mantém uma média de 15,5 pontos por partida, mas é importante ressaltar que ela conta com excelente apoio coletivo: Antropova contribui com 11,5 pontos e Omoruyi soma mais 9,8 por jogo.
Palpite
A seleção tcheca mostrou que ainda não consegue competir de igual para igual contra as principais potências mundiais, o que indica que as italianas devem ter um caminho tranquilo. As visitantes nominais atravessam uma fase espetacular e têm plenas condições de conquistar uma vitória sólida e sem maiores dificuldades.
