Um arremesso de ângulo alto contra rebatidas de contato pesado: aqui, o nome do arremessador não importa tanto quanto o estado atual de seu braço. Os Miami Marlins somam 11 vitórias e 8 derrotas como mandantes, enquanto os Philadelphia Phillies registram 6-10 fora de casa e sofrem 5,2 corridas por jogo. Em uma amostra como essa, não parece mais apenas um ruído estatístico, mas sim um viés real contra a equipe visitante.
Miami Marlins
A equipe da Flórida não chega com uma imagem brilhante após a derrota por 7 a 2, mas os argumentos a favor da vitória em casa são sólidos. O time anota 4,4 corridas por partida, consegue 8,3 rebatidas e rende claramente melhor sob seus domínios do que fora. Janson Junk chega para sua abertura com 3,00 de ERA, 1,06 de WHIP e uma sequência de 11 entradas sem sofrer corridas. É um argumento de peso contra um ataque visitante instável.
Philadelphia Phillies
O conjunto da Pensilvânia venceu dois dos três jogos da série, mas o mercado confiou rápido demais no peso da camisa. Os visitantes apresentam uma campanha de 14-20 na temporada, apenas 3,8 corridas anotadas por jogo e permitem 9,9 rebatidas, o pior registro da liga. Aaron Nola não está correspondendo, no momento, ao status de líder da rotação: 1-3, 6,03 de ERA, 1,56 de WHIP e, em sua última abertura, permitiu seis corridas em quatro entradas e dois terços.
Palpite para Miami Marlins x Philadelphia Phillies
Com esses dados, os Miami Marlins chegam com melhor produção ofensiva em casa e um abridor em excelente fase, enquanto os visitantes sofrem longe de seus domínios e dependem de um arremessador muito irregular. O diferencial de corridas permitidas e de rebatidas sofridas aponta valor para o lado mandante, tornando a vitória dos anfitriões a opção mais lógica.
