Los Angeles Sparks
Los Angeles ainda vive sem Kelsey Plum. A ausência pesa demais: 23,9 pontos, 6,4 assistências por jogo e boa parte das decisões com a bola saíram da rotação de uma vez. Em 13 partidas sem ela, os Sparks marcaram 86,5 pontos, com rating ofensivo de 103, acertaram 44,6% dos arremessos de quadra e 30,2% do perímetro. Nneka Ogwumike e Rae Burrell podem carregar um trecho específico, mas o ataque como um todo ficou mais pesado. Há mais posses longas, mais arremessos no estouro do relógio e menos pontos fáceis nos primeiros segundos da posse.
Phoenix Mercury
O Phoenix tem outro problema, mas a conclusão é parecida. A equipe anota 82,9 pontos por jogo e converte 32,4% das bolas de três. Na última partida, 72 pontos foram suficientes porque a defesa finalmente sustentou o nível durante os 40 minutos. Para Nate Tibbetts, neste momento, é mais importante manter essa organização do que voltar a entrar em um jogo de troca franca, cenário em que o Mercury já levou 106 pontos de Las Vegas e 104 de Minnesota. Com ataques posicionais conduzidos por Alyssa Thomas, fica mais fácil controlar o ritmo.
Palpite
A defesa frágil das mandantes é o principal risco para a aposta: os Sparks sofrem 93,6 pontos por jogo e ocupam a última posição da liga nesse quesito. Mas o Phoenix não é uma equipe que pune de forma constante cada erro adversário. As visitantes têm o 11º ataque da WNBA, distribuem poucas assistências e não contam com um arremesso de longe confiável. Mesmo quando encontram posses livres, muitas vezes terminam em uma criação difícil com Kahleah Copper.
Os dois primeiros confrontos diretos passaram do total: 97 a 88 e 111 a 102, este com prorrogação. Só que ambos aconteceram antes da lesão de Plum, quando o ataque dos Sparks era bem diferente. Agora, para superar 178,5 pontos, um time precisará se aproximar dos 90, e o outro não poderá sair do jogo. As duas equipes têm sérias dificuldades para cumprir esse roteiro. Minha escolha é o total abaixo de 178,5, incluindo prorrogação.