Liudmila Samsonova
Em 2026, a russa de 27 anos raramente chega às quartas de final dos torneios. Ela esteve nesse nível apenas em janeiro, em Brisbane, e em fevereiro, em Abu Dhabi, sem conseguir ir além. No entanto, Samsonova segue perto de sua melhor marca histórica — o 32º lugar no ranking da WTA, ocupando atualmente a 36ª posição. Ela tem um forehand poderoso que lhe permite impor seu jogo de linha de base contra as rivais, mas quando as adversárias atacam seu backhand, os problemas costumam aparecer. Ou ela não se prepara bem para o golpe, ou encurta a bola, o que a coloca em desvantagem nas trocas de bola. Seu serviço também está mais fraco nesta temporada: a porcentagem de pontos conquistados no primeiro e segundo saques somados é de cerca de 57% (56,7%).
Elina Svitolina
Elina Svitolina não joga no nível de seus melhores anos, mas aos 31 anos, já sendo mãe, volta a registrar resultados expressivos. Ela está retornando ao topo do tênis mundial — atualmente é a número 8 do mundo. Ela ainda sofre derrotas, principalmente para tenistas da nova geração. Sua compatriota Marta Kostyuk a eliminou nas quartas de final de Roland Garros em três sets. Recentemente, na grama de Berlim, ela também foi superada por Alexandra Eala, em um confronto no qual a filipina dominou com golpes potentes e precisos. Mesmo assim, nesta temporada, Svitolina mantém uma taxa muito alta de conversão de break points (51,6%) e, contra Eala, aproveitou metade de suas chances (3/6).
Palpite para Liudmila Samsonova x Elina Svitolina
Svitolina é, neste momento, uma tenista de maior qualidade e mais completa. Samsonova só consegue equilibrar as ações se conseguir ditar o ritmo na linha de base, mas costuma ser ineficiente em trocas de bola mais longas. Seu saque instável dificulta ainda mais a sua situação. A ucraniana apresenta melhor técnica, maior repertório tático e muito mais experiência em partidas decisivas.


