Liverpool
Os Reds retomam seu futebol ofensivo preferido, sustentado por uma pressão organizada. A tendência é de mais ataques verticais e, portanto, de mais oportunidades para marcar. Mesmo com menos recursos, o Bournemouth de Iraola criou na temporada passada quase tantas chances quanto o Liverpool cheio de estrelas: 64,24 gols esperados (xG) contra 67,68 xG. Por enquanto, o time não fez muitas contratações de peso, o que ajuda a evitar uma nova turbulência.
Sunderland
O Sunderland de Regis Le Bris não foi um time de muitos gols, com média de 1,1 por partida, e as bolas paradas também renderam pouco: nove gols no campeonato, apenas a 18ª melhor marca. A esperança está em Robin Roefs e no sistema defensivo. Até o Liverpool de Slot sofreu para furar esse bloqueio: nos dois turnos, conseguiu marcar apenas um gol em cada jogo, somando quatro pontos. Além disso, chegou o experiente defensor Thomas Meunier. Ainda assim, não está totalmente claro o quanto o belga já está pronto para atuar depois de uma Copa do Mundo pesada.
Palpite
O Sunderland não deve se lançar ao ataque com muitos jogadores e tende a apostar nos contra-ataques. Nesse cenário, é difícil imaginar uma partida com muitos gols, mas o ataque do Liverpool, com Cody Gakpo, Alexander Isak e agora também Victor Munoz, tem qualidade para marcar ao menos uma vez. De todo modo, os merseysiders são favoritos claros, e com justiça.

