Golden State Valkyries
A defesa é o seu grande trunfo. A média de 78,4 pontos sofridos por partida é a melhor da WNBA, e esse sistema funciona muito bem. O exemplo mais recente em casa: o Los Angeles anotou apenas 58 pontos, e o Dallas foi limitado a 80 logo em seguida. O próprio Valkyries marca 85,1 por jogo e não depende apenas de confrontos de alta pontuação. Veronica Burton lidera as armadoras na relação assistências/erros (3,48). Menos erros significam menos pontos fáceis para o adversário.
Minnesota Lynx
O Minnesota tem média de 93,1 pontos por jogo, um excelente aproveitamento de quadra e conta com Olivia Miles, que já joga como uma estrela consolidada: cerca de 19 pontos com 56,6% de acerto nos arremessos, além de assistências e roubos de bola. No entanto, o Lynx não encontrará o espaço habitual para transições rápidas neste duelo. Napheesa Collier segue fora de combate, e contra o Golden State os contra-ataques precisam ser muito cavados. Nesse cenário, o ritmo imposto por Miles e Courtney Williams deve esbarrar na forte marcação nos rebotes e nas posses longas das mandantes.
Palpite
Não há necessidade de contestar a qualidade do Lynx. A questão é outra: quantos pontos de contra-ataque o Golden State vai ceder? Em casa, as mandantes somam sete vitórias e duas derrotas, e o Chase Center não é considerado o principal fator de vantagem caseira da liga por acaso. Um duelo de alta pontuação é possível se o Valkyries se expuser, mas esse não é o estilo deles. Dois dos últimos quatro confrontos diretos terminaram com 148 pontos ou menos, e ambas as equipes estão entre as duas melhores da WNBA em termos defensivos. A defesa e o controle das posses de bola devem prevalecer sobre os talentos ofensivos neste confronto.