EUA
Os norte-americanos dividem a liderança da tabela com o Japão, somando sete vitórias em nove partidas (22 pontos), e continuam sendo uma das equipes mais consistentes do torneio. O ataque é construído em torno de uma parceria experiente — o oposto Matthew Anderson, o líbero Erik Shoji e o levantador Micah Christenson —, enquanto a seleção se destaca especialmente no bloqueio e na recepção, o que lhe permite superar com segurança até mesmo adversários fortes.
Brasil
Os brasileiros estão um pouco abaixo — seis vitórias em nove confrontos (16 pontos) —, mas sua temporada tem sido instável: após um começo impecável, a equipe decepcionou na segunda semana em Liubliana com três derrotas consecutivas, voltando a embalar logo em seguida. No elenco, destaca-se o retorno do campeão olímpico de 2016 Douglas Souza após cinco anos, além de Maique Reis, que integrou a seleção ideal da última Liga das Nações.
Palpite
Os EUA chegam para a partida mais concentrados e com um retrospecto melhor de vitórias, ao passo que o Brasil ainda apresenta oscilações de jogo para jogo. Ao mesmo tempo, ambas as seleções contam com ataques potentes, o que torna provável uma disputa longa com troca de sets, na qual a maior estabilidade deve garantir uma leve vantagem aos norte-americanos.