Estados Unidos
Os norte-americanos chegam para o confronto na condição de uma das equipes mais fortes do torneio: após duas semanas, somam seis vitórias, ficando atrás apenas da seleção do Japão, que segue invicta. Os principais destaques da equipe são o oposto Matthew Anderson, o líbero Erik Shoji e o levantador Micah Christenson: é justamente esse trio de atletas experientes que dita o ritmo de jogo. A consistência no passe permite aos Estados Unidos superar com autoridade adversários tanto de nível médio quanto de alto escalão.
China
Os donos da casa da fase final vivem uma fase de grupos assumidamente desastrosa: a equipe ocupa a última posição na tabela. Na primeira semana, conseguiram vencer apenas uma partida e, em seguida, perderam sem oferecer grande resistência para a Turquia (0 a 3) e a Alemanha (1 a 3). A diferença é especialmente visível nos elementos fundamentais do jogo — no bloqueio e no saque. Os jogadores chineses costumam levar a pior nesses quesitos contra adversários fisicamente mais potentes.
Palpite
A disparidade na tabela e no momento atual das duas equipes é totalmente evidente: os Estados Unidos brigam firmes pelo topo, enquanto a China praticamente não oferece resistência — mesmo contra adversários de escalão intermediário. Diante desse desequilíbrio, é muito provável esperar uma vitória tranquila dos norte-americanos, inclusive com um placar de 3 a 0.
