Eslovênia
Terceiro lugar na tabela, com 10 vitórias e duas derrotas. Os eslovenos bateram a atual campeã Polônia no tie-break e encerraram a fase preliminar com uma vitória sem perder sets sobre a Sérvia, por 3 a 0, com 13 pontos de vantagem no total das parciais. É justamente daí que pode sair a margem necessária. Nik Mujanovic marcou 227 pontos e aparece em terceiro na lista de maiores pontuadores. Contra a Turquia, anotou 27 pontos, incluindo quatro aces. O saque dele é agressivo e, às vezes, vai para fora, mas ele não deve aliviar depois de uma sequência positiva. A Eslovênia precisa de ao menos um set vencido com boa folga, e esse tipo de trecho a equipe sabe encontrar.
Turquia
Sexto lugar, com oito vitórias e quatro derrotas. Contra a Ucrânia, os turcos chegaram a perder por 0 a 2; diante da Eslovênia, cederam o primeiro set; e, contra o Irã, começaram com uma parcial perdida por 17 a 25. Sim, depois conseguiram virar dois desses jogos. Mas passar o tempo todo correndo atrás do placar é um plano ruim para o mata-mata. O ataque depende bastante de Adis Lagumdzija: 18 pontos contra a Ucrânia, 27 diante da Eslovênia e 23 contra o Irã. Quando o passe se afasta da rede, as bolas ficam mais previsíveis, e o adversário consegue montar o bloqueio com mais facilidade. A Turquia não deve ficar sem respostas, mas um apagão mais longo aqui é perfeitamente possível.
Palpite
Para o handicap da Eslovênia bater, não é preciso uma surra em todos os sets. Basta uma parcial com diferença de 6 a 8 pontos e dois fechamentos mais controlados. Mesmo perder um set não acaba com a aposta, caso os turcos voltem a gastar o início da partida para entrar no ritmo. A Eslovênia já tem três semifinais de Liga das Nações no currículo, enquanto a Turquia disputa sua primeira fase final. Experiência, saque e uma largada mais estável são argumentos suficientes para ficar com a favorita com margem.