Nas quartas de final do torneio em Washington, a italiana Elisabetta Cocciaretto enfrentará a japonesa Naomi Osaka 31 de julho de 2026, às 15:00 BRT.
A rápida quadra dura americana é ideal para os ataques potentes de Osaka, mas a aguerrida italiana vive uma excelente temporada no piso duro (17 vitórias e 5 derrotas) e já superou Tauson e Navarro em Washington.
Palpite
A 71ª do mundo faz um ano muito forte (22–12), com ótimos números na quadra dura ao ar livre: 17 vitórias em 22 partidas (77% de aproveitamento) e o título do WTA 250 de Hobart em janeiro. Em Washington, Cocciaretto protagonizou duas zebras ao superar Tauson (4 x 6, 7 x 6, 7 x 6) e Navarro (6 x 3, 4 x 6, 6 x 3) em sequência. Elisabetta se destaca pelo jogo disciplinado no fundo de quadra, pelos contra-ataques profundos e pela grande consistência em trocas longas. Das 22 partidas no piso duro em 2026, a italiana só perdeu uma por uma diferença superior a cinco games.
Osaka tem retrospecto de 21–8 na temporada em todos os torneios e de 6–3 em quadras duras ao ar livre. A japonesa recupera gradualmente sua antiga forma atlética, embora ainda não tenha conquistado títulos em 2026. Nas oitavas de final, Osaka se desgastou pouco ao avançar diante de Krueger, que abandonou por lesão no segundo set (6 x 3, 3 x 1). Sob pressão de adversárias que contra-atacam e conseguem devolver bolas difíceis, a japonesa tende a apressar as jogadas e cometer muitos erros não forçados.
As tenistas se enfrentaram uma vez: no WTA 1000 de Miami, em 2024, Osaka venceu (6 x 3, 6 x 4). Apesar de a ex-número 1 do mundo ser favorita, a japonesa não terá facilidade para superar Cocciaretto. Elisabetta lida muito bem com um ritmo intenso, como comprovam as vitórias sobre Tauson e Navarro, e obriga as adversárias a executar golpes extras. O estilo consistente da italiana fará Osaka se irritar nas trocas longas de fundo de quadra. Cocciaretto fará jogo duro e cobrirá um handicap alto.