Bélgica (F)
A principal vantagem da seleção da Bélgica é a presença de Pauline Martin no elenco. Ela é a segunda maior pontuadora da Liga das Nações, com uma média de 21,2 pontos por partida. No confronto contra a Tailândia (3 a 2), ela praticamente garantiu a vitória sozinha, anotando impressionantes 40 pontos. Sua parceria com Britt Herbots (16,6) tem todas as chances de complicar a vida até mesmo do badalado time do Brasil.
Brasil (F)
No início da segunda etapa, o Brasil venceu a França em sets diretos (25 a 22, 25 a 19, 25 a 15). Naquela partida, a enorme diferença de nível técnico desempenhou papel crucial, ocultando o relaxamento das favoritas. As brasileiras cometeram 25 erros, algo que em outras circunstâncias custaria muito caro. Além disso, Julia Bergmann teve uma atuação abaixo do esperado, anotando apenas sete pontos no ataque, com uma eficiência de 14,3%.
Palpite
O Brasil é considerado o franco favorito, embora não esteja em sua forma ideal. A dupla brilhante da Bélgica é capaz de incomodar qualquer adversário se houver um segundo de desconcentração. Portanto, não se deve esperar um atropelo, pois a equipe mandante nominal tem totais condições de equilibrar a partida e lutar por alguns sets.
