Alexander Bublik
O tenista do Cazaquistão vive um trecho irregular da temporada no saibro. Depois das quartas de final no Masters de Monte Carlo, Alexander decepcionou em Roland Garros e se despediu ainda na primeira rodada. Na semana passada, em Gstaad, Bublik perdeu para Quentin Halys em três sets longos (7:6, 4:6, 6:7), em uma partida que voltou a escancarar seus problemas na devolução, apesar da força do primeiro saque. Ainda assim, as quadras de Kitzbuhel seguem sendo especiais para Alexander: foi ali que, um ano atrás, ele conquistou um de seus principais títulos no saibro.
Facundo Diaz Acosta
O canhoto argentino chega em ótima forma e vem acumulando um volume enorme de partidas no saibro em 2026. Até meados de julho, Facundo somava 38 vitórias na superfície, além de quatro títulos em torneios Challenger. Em Kitzbuhel, o argentino estreou com segurança ao superar o promissor Federico Cina (4:6, 6:3, 6:4). Diaz Acosta combina bem topspins pesados do fundo de quadra com subidas frequentes à rede, e seu forehand de canhoto costuma criar muitos problemas para adversários com backhand instável. As quadras de Kitzbuhel também são confortáveis para Facundo, que chegou à semifinal do torneio em 2024.
Palpite
Bublik ainda está entrando no ritmo do torneio depois da queda em Gstaad e costuma sofrer na devolução contra canhotos com bola pesada e muito efeito. Diaz Acosta já se adaptou às quadras locais e, na temporada, soma 38 vitórias em 50 jogos no saibro. A tendência é de um confronto bastante equilibrado, com os tenistas superando a linha de 22,5 games.