Fase atual e escalação da Dinamarca
A Dinamarca chega para este confronto sob desvantagem de bons resultados recentes e sem pilares históricos em sua escalação. Depois de um empate por 2 a 2 com a Bielorrússia e uma derrota por 4 a 2 para a Escócia, os dinamarqueses golearam a Macedônia do Norte por 4 a 0, mas na final dos playoffs não conseguiram segurar a Chéquia (2 a 2) e acabaram eliminados nos pênaltis. O primeiro amistoso do período de junho, disputado no dia 3 em Liège, também foi sem brilho: um empate por 0 a 0 contra a RD Congo. A Dinamarca controlou a posse de bola, mas pecou na criatividade, somando 12 finalizações e apenas três no alvo. Fisicamente, o jogo não exigiu tanto, mas o desempenho deixou claro que o técnico Brian Riemer ainda testa variações: Adam Daghim estreou, William Osula ganhou um tempo de jogo, e Andreas Christensen retornou após longa ausência com uma atuação que teve algumas falhas.
Números importantes:
Considerando o jogo contra a RD Congo, a Dinamarca venceu apenas uma das suas últimas cinco partidas no tempo regulamentar.
Daghim e Osula receberam seus primeiros minutos na seleção principal — Riemer claramente amplia o grupo de olho no segundo semestre.
A Dinamarca sofreu gols em quatro das suas últimas seis exibições.
Provável escalação (4-3-3): Filip Jørgensen — Rasmus Kristensen, Andreas Christensen, Oliver Provstgaard, Joakim Mæhle — Mathias Jensen, Pierre-Emile Højbjerg, Christian Eriksen — Adam Daghim, Rasmus Højlund, Patrick Dorgu.
Desfalques: Kasper Schmeichel, Jannik Vestergaard e Christian Nørgaard se aposentaram da seleção.
Fase atual e escalação da Ucrânia
A Ucrânia vive um raro momento de ascensão após uma primavera turbulenta. Em março, a seleção foi derrotada pela Suécia na semifinal dos playoffs (3 a 1), cenário que levou à contratação de Andrea Maldera para o comando técnico. A estreia do italiano foi de alto nível: no dia 31 de maio, em Breslávia, a Ucrânia bateu a Polônia por 2 a 0 com um primeiro tempo muito consistente. Os dois gols contaram com passes decisivos de Viktor Tsyhankov, enquanto Yaremchuk e Yarmolenko trouxeram novamente perigo e precisão na conclusão das jogadas ofensivas. Após o intervalo, Maldera administrou o desgaste do elenco: Yarmolenko, Yaremchuk, Sudakov, Tsyhankov e Romanchuk foram poupados mais cedo. Com isso, os ucranianos chegam fisicamente inteiros para o compromisso em Odense, já que a maioria dos titulares não atuou os 90 minutos.
Números importantes:
Yarmolenko anotou seu 47º gol pela seleção e está a apenas um de igualar o recorde histórico de Andriy Shevchenko.
Em competições oficiais, a Ucrânia jamais perdeu para a Dinamarca: empate por 1 a 1 em Copenhague e vitória por 1 a 0 em Kiev pelas Eliminatórias para o Mundial de 2006.
Maldera é o primeiro treinador estrangeiro na história da seleção nacional da Ucrânia.
A Ucrânia conquistou três vitórias nas suas últimas quatro partidas.
Provável escalação (4-2-3-1): Anatoliy Trubin — Oleksandr Romanchuk, Eduard Sarapiy, Mykola Matvienko, Vitaliy Mykolenko — Yehor Nazaryna, Oleh Ocheretko — Viktor Tsyhankov, Heorhiy Sudakov, Andriy Yarmolenko — Roman Yaremchuk.
Desfalques: nenhum.
