Um dado chamativo: os Miami Marlins, apesar de um ERA coletivo de 3,57, já permitiram 54 corridas. O número parece razoável, mas seus jogos chegam a placares altos pelo tráfego constante nas bases e entradas longas. Aqui o cenário é semelhante: os visitantes chegam com um ataque produtivo, enquanto nos Detroit Tigers o abridor será Casey Mize, com um ERA de 5,23.
Detroit Tigers
Os Detroit Tigers somam 54 corridas em 13 partidas e nada menos que 52 walks. Isso é importante porque um total alto não se constrói apenas com rebatidas, mas também com as constantes chegadas em base. O problema está do outro lado: o arremesso da equipe já sofreu 57 corridas e o abridor apresenta ainda um WHIP de 1,55. É o perfil de uma atuação na qual apenas uma sequência ruim pode se transformar rapidamente em três ou quatro corridas.
Miami Marlins
Os Miami Marlins começaram com 67 corridas, uma média de rebatidas de 0,269 e um OPS de 0,766. Seus quatro jogos mais recentes já dão o tom que buscamos para o mais de 8,5 corridas: 7 a 6, 3 a 6, 7 a 4 e 8 a 1. Janson Junk, no papel, oferece mais garantias com um ERA de 3,09, mas o contato que permite é forte: 92,5 milhas por hora de velocidade média de saída e 40,5% de contatos fortes. Para um duelo fora de casa, é um dado preocupante.
Palpite Detroit Tigers x Miami Marlins
Com esses números, o tráfego constante nas bases e dois abridores que permitem contatos de qualidade, o duelo tem muitos ingredientes para ter um placar alto. A combinação da produção ofensiva dos visitantes e as dúvidas na rotação e no bullpen dos mandantes convida a buscar o mais de 8,5 corridas na linha principal. A recomendação é ir com o total de mais de 8,5 corridas.
