Na véspera do confronto com o Santos, a diretoria do Cruzeiro faz de tudo para convencer o Al-Rayyan, do Catar, a liberar o técnico Arthur Jorge. O rival, por sua vez, já fez o dever de casa e trocou de comando.
Cruzeiro
É claro que a Raposa quer um técnico desse nível. Afinal, o português levou o Botafogo ao título do Brasileirão e da Libertadores em 2024, em menos de um ano de trabalho. Tite, por outro lado, não durou nem 100 dias no comando celeste. A última derrota, para o Athletico-PR (2 a 1), foi com o interino Wesley Carvalho no banco. A prioridade número 1 de qualquer novo treinador será consertar a defesa: em apenas uma das sete rodadas, o Cruzeiro sofreu menos de dois gols.
Santos
Os jogos do Santos também têm sido movimentados. A diferença é que o Peixe tem aproveitado um pouco melhor as oportunidades do que a Raposa: 10 gols marcados, com uma vitória e três empates. Mas os 13 gols sofridos deixam o time na porta da zona de rebaixamento e custaram o emprego de Juan Pablo Vojvoda. Quem assume é um velho conhecido: Cuca, mais experiente, que teve sua última passagem pelo Atlético-MG. No fim de agosto de 2025, ele foi demitido justamente depois de um jogo contra o Cruzeiro – uma estreia melancólica na ida das quartas da Copa do Brasil, em casa, com derrota por 2 a 0. Agora, ele ainda não teve tempo de fazer besteira.
Palpite
Quem sabe a gente não presencia um fenômeno raro: dois técnicos estreando no comando de suas equipes no mesmo jogo. Acontecendo ou não, o que se espera é um festival de gols. Afinal, Cruzeiro e Santos têm problemas claros lá atrás.



