Forma e escalação da Seleção Brasileira
A estreia do consagrado Carlo Ancelotti no comando da seleção nacional em Copas do Mundo foi frustrante. Na partida contra um Marrocos renovado e ousado, os pentacampeões demonstraram fragilidade defensiva — nos primeiros 12 minutos de jogo, permitiram seis finalizações contra a meta de Alisson e, aos 21 minutos, sofreram um gol de Ismael Saibari. Coube ao ponta do Real Madrid, Vinícius Júnior, salvar a pátria: sua jogada individual aos 32 minutos garantiu o empate de 1 a 1 para os brasileiros.
Apesar das críticas da imprensa pelo futebol pragmático, os sul-americanos mantêm uma sequência invicta de quatro partidas. Contra o Haiti, Ancelotti exigirá que seus jogadores acelerem o ritmo, explorem agressivamente os corredores laterais e façam infiltrações rápidas nas costas dos defensores. Um papel fundamental na transição de bola caberá novamente ao lateral do Zenit, Douglas Santos, que foi o destaque da primeira rodada em desarmes e recuperações de posse de bola (seis), anulando com sucesso Achraf Hakimi.
Números importantes da Seleção Brasileira:
Em seis partidas consecutivas, a aposta "Ambas Marcam: Sim" foi vencedora.
O Brasil goleou o Haiti três vezes por uma diferença de pelo menos seis gols (7 a 1, 6 a 0 e 9 a 1).
Em quatro dos últimos cinco jogos, a barreira dos 2,5 gols foi superada.
Provável escalação (4-2-3-1): Alisson — Roger Ibañez, Marquinhos, Gabriel Magalhães, Douglas Santos — Casemiro, Bruno Guimarães — Raphinha, Lucas Paquetá, Vinícius Júnior — Igor Thiago.
Desfalques: Neymar (dúvida).
Forma e escalação da Seleção do Haiti
A seleção do Haiti, sob o comando de Sébastien Migné, perdeu conforme o esperado na rodada de abertura para a Escócia por 1 a 0 (gol de John McGinn). No entanto, os "Granadeiros" não se deixaram abater: a equipe mostrou uma estrutura defensiva sólida, garra e chegou a pressionar a meta escobesa nos minutos finais da partida. Estatisticamente, os haitianos não ficaram atrás: 54% de posse de bola, 1,05 xG (o mesmo que os escoceses) e 15 finalizações (embora apenas duas no alvo). O grande estreante da equipe caribenha em Copas do Mundo foi o atacante Wilson Isidor, do Sunderland, que jogou por 76 minutos.
Em 2026, o Haiti disputou cinco partidas, com uma vitória, um empate e três derrotas (incluindo o amistoso preparatório para o Mundial contra o Peru — 2 a 1). Contra o Brasil, os "Granadeiros" devem montar um bloco baixo clássico, confiando nos reflexos do experiente goleiro Johny Placide e na consistência do zagueiro Hannes Delcroix. Todo o contra-ataque será baseado em lançamentos para o forte centroavante Frantzdy Pierrot e nas arrancadas de Isidor.
Números importantes da Seleção do Haiti:
Sofreu o primeiro gol em quatro das últimas cinco partidas.
Em sete dos nove confrontos anteriores, a aposta "Ambas Marcam: Não" foi vencedora.
Em Copas do Mundo, os haitianos perderam todas as quatro partidas da sua história, com um saldo de gols acumulado de 2 a 15.
Provável escalação do Haiti (4-4-2): Johny Placide — Carlens Arcus, Ricardo Adé, Hannes Delcroix, Martin Experience — Louicius Don Deedson, Danley Jean Jacques, Jean-Ricner Bellegarde, Ruben Providence — Frantzdy Pierrot, Wilson Isidor.
Desfalques: nenhum.
Quem será o árbitro da partida
Alejandro José Hernández Hernández (Espanha)
Partidas – 15 (Jogos internacionais, 2025 - 2026);
Cartões amarelos por jogo (incluindo segundos amarelos) – 2,3;
Faltas por jogo – 20;
Jogos com cartão vermelho – 0 em 15;
Jogos com pênalti – 4 em 15.