Forma e escalação da seleção da Colômbia
A Colômbia começou o torneio com uma vitória por 3 a 1 sobre o Uzbequistão e assumiu a liderança do Grupo K. A partida não foi um passeio fácil: após o intervalo, o Uzbequistão cresceu no jogo, empatou o placar e forçou a favorita a se impor novamente. Mas a qualidade técnica resolveu. Luis Díaz recuperou a vantagem e Jaminton Campaz sacramentou o resultado já nos acréscimos. Antes do início do torneio, a equipe de Néstor Lorenzo passou pela preparação de junho com vitórias sobre a Jordânia (2 a 0) e a Costa Rica (3 a 1), de modo que os resultados gerais parecem bem consistentes.
A Colômbia joga com foco no controle de bola e acelerações rápidas pelos lados do campo. As principais armas são a velocidade de Luis Díaz pela esquerda e a visão de jogo de James Rodríguez atuando atrás do centroavante. Daniel Muñoz e Johan Mojica apoiam bastante o ataque, permitindo alargar o adversário não apenas pela qualidade individual, mas também pela amplitude ofensiva.
Néstor Lorenzo não tem desfalques importantes confirmados. O único ponto negativo é que a defesa às vezes perde a concentração. O Uzbequistão marcou seu gol aproveitando um rebote, e nos últimos cinco jogos a Colômbia sofreu sete gols. Os laterais ofensivos dão profundidade ao time, mas deixam espaços vazios para contra-ataques às suas costas.
Números importantes:
Nos últimos cinco jogos, a Colômbia marcou 10 gols — uma média de dois por partida.
A linha de mais de 2,5 gols foi superada em quatro das últimas cinco partidas da equipe.
No jogo contra o Uzbequistão, a Colômbia finalizou 15 vezes e teve 61% de posse de bola.
Provável escalação (4-2-3-1): Camilo Vargas — Daniel Muñoz, Davinson Sánchez, Jhon Lucumí, Johan Mojica — Jefferson Lerma, Gustavo Puerta — Jhon Arias, James Rodríguez, Luis Díaz — Luis Suárez.
Desfalques: —.
Forma e escalação da seleção da RD Congo
A RD Congo retornou à Copa do Mundo pela primeira vez em 52 years e logo de cara arrancou pontos de Portugal (1 a 1). A equipe de Sébastien Desabre começou nervosa e sofreu um gol logo cedo, mas não se desestruturou. Portugal teve muita posse de bola, porém quase não finalizou no alvo, enquanto a RD Congo soube esperar o seu momento antes do intervalo. Yoane Wissa marcou o primeiro gol do país na história das Copas do Mundo, o que certamente trará mais confiança.
O retrospecto recente mostra oscilações: empate com a Dinamarca (0 a 0), derrota para o Chile (1 a 2), vitória sobre a Jamaica (1 a 0), derrota para a Argélia (0 a 1) e o empate com Portugal (1 a 1). Trata-se de uma seleção sólida e disciplinada, mas que não costuma produzir um grande volume de chances no ataque.
Com a bola, a formação se aproxima de um 3-5-2; sem ela, transforma-se em um 5-3-2. Uma linha de de cinco defensores e um meio-campo compacto fecham a grande área, enquanto as transições ofensivas ocorrem em contragolpes rápidos. As principais ameaças são a velocidade de Yoane Wissa e a experiência de Cédric Bakambu. Nas jogadas de bola parada, Chancel Mbemba é perigoso, mas ele já recebeu um cartão amarelo e agora precisará atuar com mais cautela.
O confronto contra Portugal desgastou bastante fisicamente. Em apenas três dias, o time precisa se recuperar, viajar de Houston para Guadalajara e enfrentar novamente uma equipe que controlará a posse de bola. Além disso, há o fator da altitude de cerca de 1560 metros. Para uma seleção que passa muito tempo se defendendo sem a bola, este é um fator bastante adverso.
Números importantes:
No jogo contra Portugal, a RD Congo somou seu primeiro ponto e marcou seu primeiro gol na história das Copas do Mundo.
Nos últimos cinco jogos, a RD Congo marcou quatro gols no tempo regulamentar.
A linha de mais de 2,5 gols foi superada em apenas uma das últimas cinco partidas da equipe.
Provável escalação (5-3-2): Lionel Mpasi — Chancel Mbemba, Axel Tuanzebe, Steve Kapuadi — Aaron Wan-Bissaka, Ngal'ayel Mukau, Samuel Moutoussamy, Edo Kayembe, Arthur Masuaku — Yoane Wissa, Cédric Bakambu.
Desfalques: —.
Quem será o árbitro da partida
Maurizio Mariani (Itália)
Partidas – 8 (Jogos internacionais, 2026);
Cartões amarelos por jogo (incluindo segundos amarelos) – 3,5;
Faltas por jogo – 21;
Jogos com cartão vermelho – 0 em 8;
Jogos com pênalti – 2 em 8.